sexta-feira, 31 de julho de 2009

O que é HANDS ON

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os interessados possuíssem sem contar a formação superior, liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON.

Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era de 800 reais. Ou seja, uma brincadeira. Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido. E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm os problemas da super qualificação, que é uma espécie do lado avesso do salário brincadeira....

Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fatima conseguisse ser admitida como gestora de serviços gerais...

E um de seus primeiros clientes fosse o seu Jorge, Gerente de Marketing.

Seu Jorge: -- Fatima, eu quero três cópias deste relatório.

Fatima: -- In a hurry!

Seu Jorge: -- Saúde.

Fatima: -- Não, Seu Jorge, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que aempresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?

Seu Jorge: -- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?

Fatima: -- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.

Seu Jorge: -- Não, não.. Cópias normais mesmo.

Fatima: -- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 50% das cópias que tiramos.

Seu Jorge: -- Fatima, desse jeito não vai dar!

Fatima: -- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.

Seu Jorge: -- Como assim?

Fatima: -- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. Econsidero isso um desperdício do meu potencial energético.

Seu Jorge: -- Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.

Fatima: -- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...

Seu Jorge: -- Futuro? Que futuro?

Fatima: -- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui eainda não aconteceu nada.

Seu Jorge: -- Fabiana, eu estou aqui há 20 anos e também não me aconteceu nada!

Fatima: -- Sei. Mas o senhor é hands on?

Seu Jorge: -- Hã?

Fatima: -- Hands on....Mão na massa.

Seu Jorge: -- Claro que sou!

Fatima: -- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que euvou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que meprometeram quando eu fui contratada.

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:

1 - Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.

2 - E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.

Alguém ponderará com justa razão que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores. Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas!
Um dia um grupo de Marketing e Vendas de uma empresa que eu trabalhava, foi visitar uma de nossas fábricas em Pouso Alegre cidade de Minas Gerais, no meio da estrada, a van da empresa pifou. O jeito era confiar no especialista, o Vieira, motorista da van. E aí todos descobriram que o Vieira falava inglês, tinha informática, energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação em Finanças, só que não sabia nem abrir o capô. Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do carro, passou um sujeito de bicicleta.

Para horror de todos, ele falava "nóis vai" , "nóis é" e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.

- Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz:

O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.
Pense nisso
Jorge Vieira

O que é Natureza

Os animais se reuniram em assembléia para debater um tópico de extrema importância: é melhor ter emprego ou ser empreendedor? Afinal, como bem explicou o leão no edital de convocação, o assunto era de relevante interesse porque dizia respeito à sobrevivência numa selva cada vez mais competitiva. Para abrilhantar o evento, dois palestrantes externos haviam sido convidados: a galinha e o cachorro.

A galinha foi a primeira a se apresentar, em resumo, ela definiu a vida de empregada como “uma desgraça”, sua tarefa - produzir ovos - não demandava nenhuma criatividade. Ela passava o dia num cubículo, com centenas de galinhas. Não havia reconhecimento, tanto que nem nome ela tinha. Para evitar que começasse a ter idéias, suas asas foram cortadas, além disso, ela e suas colegas sofriam constantes assédios sexuais do supervisor. Pior de tudo é que, num belo dia, apesar do esforço demonstrado durante a carreira, ela poderia, sem explicação, ir parar na panela, e isso era injusto.

Aplausos caridosos para a galinha, e aí sobe ao palco o cachorro. Que lamentou a desdita da colega, mas ponderou que neste mundo havia empregos e empregados, e ele não podia reclamar do dele. Para começar, tinha, sim, um nome e os benefícios diretos eram inúmeros. Assistência médica, por exemplo: quando ficava doente, era tratado por um especialista, e alimentação então? Havia comida balanceada, produzida especialmente para ele. Bastava latir para ter receber atenção. Seu empregador até o chamava de “meu melhor amigo” (o que fez a platéia emitir um oooh!” de admiração). É claro que havia um ou outro inconveniente, como levar um ocasional pé no rabo. Mas ser empregado era ótimo, porque ele se sentia prestigiado e bem recompensado.

Aí, o leão colocou uma questão em discussão: “Vale a pena deixar de lado a nossa selvagem liberdade empreendedora e nos transformar em fiéis subalternos?” Os presentes se puseram a polemizar, até que, finalmente, a coruja pediu a palavra. Disse que a pergunta era inócua, porque aquilo não era uma questão de escolha, mas de natureza; quem nasceu para empregador jamais se daria bem com empregado, e vice-versa. “vejam os humanos”, ponderou à coruja, tão inteligentes, mas muitos passam a vida profissional sem conseguir achar o rumo, e sabem por quê? Porque eles confundem Ideal, Necessidade e Natureza.

Ideal é o que cada um quer ser, Necessidade é o que faz cada um tentar ser o que não é, mas Natureza é o que cada um realmente nasceu para ser. Só vivem felizes e sem traumas os que conseguem juntar Ideal e Natureza. Não sei se entendi, mas acho que não concordo, cacarejou a galinha, que, como se sabe, tem cérebro de galinha, e o leão esclareceu; “É simples, eu não sei qual é sua natureza nem seu ideal, mas sei qual é a minha necessidade” e devorou galinha.

Moral da história: quem, em vez de tomar uma decisão, seja qual for só fica se queixando do sistema, acaba sendo engolido por ele.

Pense nisto

Jorge Vieira da Rocha

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Reconhecimento Humano

Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, viu que só lhe restava uma simples moeda de dez centavos e tinha fome. Decidiu que pediria comida na próxima casa. Porém, seus nervos o traíram quando uma encantadora mulher jovem lhe abriu a porta. Em vez de comida, pediu um copo de água.

Ela achou que o jovem parecia faminto e assim lhe deu um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou: Quanto lhe devo? Não me deves nada - respondeu ela. E continuou: Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar pagamento por uma oferta caridosa. Ele disse: Pois te agradeço de todo coração.

Quando Howard Kelly saiu daquela casa, não só se sentiu mais forte fisicamente, mas também sua fé em Deus ficou mais forte. Ele já estava resignado a se render e deixar tudo. Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente doente. Os médicos locais estavam confusos. Finalmente a enviaram à cidade grande, onde chamaram um especialista para estudar sua rara enfermidade.

Chamaram o Dr. Howard Kelly. Quando escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos. Imediatamente, vestido com a sua bata de médico, foi ver a paciente. Reconheceu imediatamente aquela mulher e determinou-se a fazer o melhor para salvar aquela vida.

Passou a dedicar atenção especial aquela paciente. Depois de uma demorada luta pela vida da enferma, ganhou a batalha. O Dr. Kelly pediu a administração do hospital que lhe enviasse a fatura total dos gastos. Ele conferiu, depois escreveu algo e mandou entregá-la no quarto da paciente.

Ela tinha medo de abri-la, porque sabia que levaria o resto da sua vida para pagar todos os gastos. Finalmente abriu a fatura e algo lhe chamou a atenção, pois estava escrito o seguinte:

Totalmente pago há muitos anos com um copo de leite (assinado).
Dr. Howard Kelly.
Pense nisso
Jorge Vieira

O bem sempre faz bem a quem o pratica

É a história de uma família rica, que foi passar um fim de semana em uma bela propriedade. A família era a do Lord Churchill. As crianças se divertiam numa deliciosa piscina. No último dia, ocorreu uma tragédia. O menino menor caiu n'agua e quase afundou. As outras crianças começaram a gritar.

Tentavam alcançar com as mãos o pequeno, que se afogava. Mas não conseguiam. Por fim, o filho do jardineiro, ouviu os gritos e saltou na piscina, retirando dali o garoto. Quando o pai ouviu a história, ficou muito agradecido. Ele se dirigiu ao jardineiro, o senhor Fleming e lhe perguntou o que poderia fazer por ele.

"Afinal", disse, "o seu filho salvou a vida do meu filho."

O jardineiro, no entanto, disse que não havia necessidade de fazer coisa alguma. O seu filho fizera o que qualquer outro faria. O pai do pequeno Winston Churchill insistiu: "mas eu preciso fazer alguma coisa pelo seu filho. O que ele gostaria?" Bem, respondeu o Sr. Fleming, desde que aprendeu a falar, tem manifestado o desejo de ser um médico.

O homem agradecido estendeu a mão ao senhor Fleming e garantiu: seu filho freqüentará a melhor escola de medicina da Inglaterra. E sustentou a palavra. Anos depois, o mundo foi sacudido com a notícia de que Churchill, o estadista conhecido como o maior inglês de todos os tempos, estava doente com pneumonia, em Teerã. Os meios de comunicação com a Inglaterra transmitiram por toda a nação, o desejo de que o melhor médico do império britânico tomasse um avião para Teerã e assistisse ao primeiro ministro.

Esse médico foi o Dr. Fleming, o descobridor da penicilina. Os seus esforços foram coroados de êxito. Mais tarde, recuperado, Winston Churchill, declarou: "não é sempre que o homem tem a oportunidade de agradecer ao mesmo homem por haver-lhe salvo a vida duas vezes."

O pequeno Fleming, que havia salvo a vida do pequeno Churchill, quando se afogava numa piscina, tornou-se o dr. Fleming, que de novo lhe salvou a vida.

O pai de Winston Churchill, jamais poderia ter imaginado que ao dar a Alexander Fleming, a oportunidade de estudar na melhor escola de medicina da Inglaterra, estava provendo o meio de salvar a vida do seu filho, pela segunda vez, através do mesmo homem. Além disso, sua gratidão para o menino que salvara a vida do seu filho valeu para o mundo a possibilidade de uma mente brilhante se graduar em medicina.

Depois dedicar-se ativamente a pesquisas de laboratório, no campo da bacteriologia e legar para a humanidade a possibilidade da cura de numerosas infecções. É pensando em situações como essa, que percebemos que o bem sempre faz bem a quem o pratica. Gratifica a alma e retorna em forma de bênçãos para a criatura."

Alexander Fleming era de origem escocesa e que recebeu o Prêmio Nobel de medicina no ano 1945, e que em 1928 descobriu a penicilina?

A penicilina abriu, para o mundo, a era dos antibióticos, que representa uma das mais importantes conquistas médicas e sociais.
Jorge Vieira

Vencedores e Perdedores

Quando se fala em vencedor, logo vem a imagem de alguém muito competitivo, sem ética e, invariavelmente, solitário.

Na verdade, vencedor é a pessoa que consegue atingir seus objetivos. Mais do que vencer os outros, ela vence suas próprias fraquezas, inseguranças e inabilidade.

O vencedor sabe que a derrota é uma possibilidade e se prepara adequadamente para que ela não aconteça. Apesar disso, concentra sua atenção em alcançar suas metas, e não evitar derrotas. A postura diante da derrota é um dos principais aspectos que diferenciam um vencedor de um perdedor.

Perante a derrota, o perdedor tem duas atitudes: o menosprezo e o pessimismo. Ele dá pouca importância ao adversário e não tem consciência de suas limitações. Por isso, freqüentemente é pego de surpresa. Outra atitude: o pessimismo; nesse caso acredita que nasceu marcado e entra na disputa já preparando uma desculpa para a derrota...

Já o vencedor sabe que não conseguir algo faz parte das possibilidades da vida. E, ao invés de ficar se torturando e se culpando, procura refletir sobre sua conduta para aprender a crescer.
O vencedor tem um prazer constante em aprimorar-se!

Pense nisso e torne-se um grande VENCEDOR

Jorge Vieira da Rocha

Nada é Permanente

Havia um rei muito poderoso que tinha tudo na vida, mas sentia-se confuso. Resolveu consultar os sábios do reino e disse-lhes:

- Não sei por que sinto-me estranho e preciso ter paz de espírito. Preciso de algo que me faça alegre quando estiver triste e que me faça triste quando estiver alegre. Os sábios resolveram dar um anel ao rei, desde que o rei seguisse certas condições:

- Debaixo do anel existe uma mensagem, mas o rei só deverá abrir o anel quando ele estiver num momento intolerável. Se abrir só por curiosidade, a mensagem perderá o seu significado.
Quando TUDO estiver perdido, a confusão for total, acontecer à agonia e nada mais se puder fazer, aí o rei deve abrir o anel.

O rei seguiu o conselho. Um dia o país entrou em guerra e perdeu.

Houve vários momentos em que a situação ficou terrível, mas o rei não abriu o anel porque ainda não era o fim. O reino estava perdido, mas ainda podia recuperá-lo. Fugiu do reino para se salvar. O inimigo o seguiu, mas o rei cavalgou até que perdeu os companheiros e o cavalo.

Seguiu a pé, sozinho, e os inimigos atrás; era possível ouvir o ruído dos cavalos. Os pés sangravam, mas tinha que continuar a correr. O inimigo se aproxima e o rei, quase desmaiado, chega à beira de um precipício.

Os inimigos estão cada vez mais perto e não há saída, mas o rei ainda pensa:

- Estou vivo, talvez o inimigo mude de direção. Ainda não é o momento de ler a mensagem...
Olha o abismo e vê leões lá embaixo, não tem mais jeito. Os inimigos estão muito próximos, e aí o rei abre o anel e lê a mensagem:

“Isto também passará”.

De súbito, o rei relaxa. Isto também passará e, naturalmente, o inimigo mudou de direção. O rei volta e tempos depois reúne seus exércitos e reconquista seu país. Há uma grande festa, o povo dança nas ruas e o rei está felicíssimo, chora de tanta alegria e de repente se lembra do anel, abre-o e lê a mensagem:

“Isto também passará”.

Novamente ele relaxa, e assim obtém a sabedoria e a paz de espírito.

Em qualquer situação, boa ou ruim, de prosperidade ou de dificuldades, em que as emoções parecem dominar tudo o que fazemos, é importante que nos lembremos de que tudo é efêmero, de que tudo passará, de que é impossível perpetuarmos os momentos que vivemos, queiramos ou não, sejam eles escolhidos ou não. A ansiedade, freqüentemente, não nos deixa analisar o que nos ocorre com objetividade. Nem sempre é possível, mesmo.

Mas, em muitos momentos, precipitamos atitudes que só pioram o que queríamos que melhorasse, e é na esfera dos relacionamentos amorosos que isso ocorre quase sempre. A calma, conforme o ditado popular, pode ser o melhor remédio diante daquilo que não depende de nós... Manter as emoções constantemente sob controle é pura fantasia e qualquer um já viveu a sensação de pânico ao perceber que o que mais se valoriza está escapando por entre os dedos.

"Dar tempo ao tempo" não é sintoma de passividade, mas de sabedoria na maior parte dos casos.

“Muito SUCESSO, porque nada faz mais SUCESSO do que o próprio SUCESSO”.

Jorge Vieira

Você tem Experiência

Você tem Experiência?

Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responderà seguinte pergunta: "Você tem experiência?" A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele, com certeza,será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo, porsua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA:

"Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já mequeimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo orosto, já conversei com o espelho e até já brinquei de ser bruxo.

Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já meescondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote portelefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Jáconfundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuei andando pelodesconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo abarba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esqueceralgumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi emárvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda Já fiz juras eternas,já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugide casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixaralguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta deuma só.

Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina semvontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, jáolhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor,mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei nomeio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalçona rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "parasempre" pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol,já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e avida é mesmo um ir e vir sem razão.

Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes daemoção, guardados num baú, chamado coração. E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: "Qualsua experiência?". Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência,experiência...

Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência? Não!!!Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora, gostaria de indagar umapequena coisa para quem formulou esta pergunta:
Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?"
Pense nisso e tenha muito $uce$$o
Jorge Vieira

O Cavalo e o Porco

O Cavalo e o Porco...

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:

- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.

Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse: - Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!!!

No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse: - Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa! Um, dois, três.

No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse: - Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos. Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse: - Cara é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar!

Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Você venceu, Campeão!!! Então de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:

Milagre!!! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... "Vamos matar o porco!!!"

Ponto de reflexão:

Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho. Ninguém percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso.

"Saber viver sem ser reconhecido é uma arte."

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:
"Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic."

Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser uma pessoa de $uce$$o.....

"É sábio olhar para trás, pois é avaliando a tortuosidade de nossas pegadas, que poderemos garantir um caminho reto para o futuro."

Jorge Vieira

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Oportunidade

Oportunidade

Para Refletir

Nos tempos de Herodes, rei da Judéia, havia um escriba de nome Nicolau.

E era Nicolau justo e irrepreensível na obediência aos preceitos do Senhor seu Deus. Sucedeu ser Nicolau possuidor de modesta quantia de bens, o que lhe proporcionava um viver simples, porém confortável. Mas eis que não havia felicidade no coração de Nicolau. Não eram de agradecimento as suas preces ao Senhor, mas de súplicas e lamentos.

Abnegado e servidor, porém nunca reconhecido por suas contribuições, dedicava Nicolau todo o seu tempo a implorar que o Senhor dele fizesse instrumento de alguma obra notável, pois não queria terminar seus dias na vala comum dos anônimos esquecidos. Assim, todas as noite, posto o sol, permanecia Nicolau em sua janela, jejuando e flagelando-se até os limites do suportável, fazendo orações sem fim e interrogando o infinito. Mas ia se escoando o tempo, e nenhum sinal da vontade do Senhor se manifestava.

Uma manhã veio acorda-lo Sara, sua mulher. Surpreendido pelo cansaço, Nicolau havia adormecido a janela. Era já à hora undécima de um dia claro.

“Viste Nicolau, a estrela que por toda noite clareou os céus?” indagou Sara. E respondeu-lhe Nicolau: “Não eu não vi. Fui interrompido em minhas preces por um viajante que passava, e adormeci”. Novamente perguntou-lhe Sara: “Quem seria este viajante? Por acaso eu o conheço?”

“Não replicou fatigado Nicolau, “era apenas um carpinteiro de Nazaré da Galiléia e sua mulher grávida. Vieram, para o recenseamento. Atirei-lhe alguns dinheiros e ordenei que seguisse viagem.

“Creio que falou algo sobre pernoitar no estábulo, mas não lhe dei atenção”.

E Nicolau agradeceu ao Senhor por tê-lo poupado da inconveniência de que aquela mulher desconhecida viesse a dar a luz justamente em sua casa. E voltou a suplicar aos céus pelo milagre que o faria um homem famoso por todo o sempre.

Oportunidade é aquilo que você quer muito, mas, de tanto querer, não consegue enxergar.

Pense nisso

Jorge Vieira

A Elegância do Comportamento


A Elegância do Comportamento

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada. É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais. Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.

Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante fazer algo por alguém, e este alguém jamais souber o que você teve que se arrebentar para o fazer... porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros. É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. É elegante o silêncio, diante de uma rejeição...

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. É elegante a gentileza. Atitudes gentis falam mais que mil imagens... Abrir a porta para alguém é muito elegante... Dar o lugar para alguém sentar... é muito elegante... Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma... Oferecer ajuda... é muito elegante... Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante...

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.

Pense nisso e seja mais Cortez

Jorge Vieira da Rocha

quinta-feira, 23 de julho de 2009

o Mundo Corporativo

Você é diretor de uma gigante multinacional. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, os economistas brasileiros prevêem uma recessão, com grande alarde na imprensa. A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas.

Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no MBA em Executivo em Negócios, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução.

"Este meu amigo muito inteligente, começou: Antes de mais nada, eu mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando 12 200 000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porque nossa marca é muito forte. Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano, já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetos sociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar". É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitas até premiadas por sua "responsabilidade social". Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse:

-Levante-se e saia da sala.

-Desculpe, professor, eu não entendi - disse Jorge, meio aflito.

-Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui nesta instituição de ensino. Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral. Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:

-Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Brasilia meteu medo em todo mundo. Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente é sempre a última alternativa.

Aquela aula foi uma lição e tanto. É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas. É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas conseqüências. Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária. Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão. Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão. A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada.

O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé. Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio. Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas. Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.

"Não são nossos talentos que mostram aquilo que realmente somos, mas sim as nossas escolhas."

Pensem nisso e tenham muito $uce$$o

Jorge Vieira da Rocha


quarta-feira, 8 de julho de 2009

Jornal Paradigma Global VII

Seja diferente - Invista em você:

Leia o Jornal Paradigma Global - Um Jornal de Negócios on line, feito pelo Prof. Jorge Vieira;

O número 07, fala sobre : Sugestões para quem quer vencer na vida profissional e acadêmica - 20 Regras feitas pelo Prof. Jorge Vieira que não são ensinadas nos cursos de Graduação ou Pós Graduação.
Educadores / Alunos / Gestores - Vale a pena administrar um pouco do seu tempo - leia com atenção até a última regra e envie sua sugestão, crítica, elogio ou contextualização.

Acesse: http://www.paradigmaglobal.com.br/jornais.html

$uce$$o

Jorge Vieira da Rocha